O vão entre o dia e a noite, cai vagarosamente
preenchendo o céu de estrelas
e gradações claro-escuras...
E os ossos da terra, as pedras luminares,
aconchegam todos os ais...
A lua não dorme,
foge deixando vestígio de chama prateada...
Enluarada a alma canta o choro da saudade...
expressando pequenos impulsos da vida...
Escuta, o silencio valsa,
caindo soberbo nas ondas do mar...
São Pedro – SP – 25/05/1010 - 18:32

Olá, poeta. Acabei de colocar um link no meu blog de poesias e podcasts, AMOREPOESIA PODCAST, do seu belo blog de poesias. Parabéns pelo excelente trabalho.
ResponderExcluirele cai... mas, cai para as alturas
ResponderExcluirbelo aqui
até